terça-feira, 1 de junho de 2010

DECISÕES

Nossas escolhas não são nossas, são reflexo das escolhas dos outros.
O empirismo que nos move a tomar decisões também nos prega peças, arquétipo de outras idéias, a experiência não pode ser a única condutora na tomada de decisão. A de se pensar de acordo com o que acreditamos (será ?), mas sobretudo a de se decidir rápida e sabiamente baseado em estudos e conhecimento formal, regrado e fácil de ser comunicado. Os tempos atuais não nos deixam margem para dúvidas ou hesitação. Nossas escolhas precisam ser rápidas porém acertadas. Precisamos pensar nas conseqüências, medir, mitigar e contingenciar os riscos.
Mas e quando a cabeça não ajuda ? Quando não conseguimos nos concentrar e ter uma visão completa do cenário para tomar a melhor decisão ? Meu conselho: Pare, respire, resolva um problema de cada vez, comece tudo de novo! Olhe pro passado, busque situações parecidas já vivenciadas ou vividas. Converse com alguém. Não tome decisões que você não possa suportar as conseqüências, esteja seguro de suas escolhas!
A respeito da primeira frase deste texto, afirmo que nossas escolhas não são nossas justificando-a da seguinte forma: para praticamente todas as perguntas do nosso cotidiano já existe uma resposta, pode até ser que não a conhecemos ainda, mas inevitavelmente existe. O que falta é gente com coragem para assumir a responsabilidade. Pense nisso e lembre-se, decidir não fazer nada diante de um problema também é uma decisão!

2 comentários:

Joaquim Moncks disse...

Gostei e concordo, no mérito, com o que expuseste. O que não pode ocorrer é o "laissez faire", o nada fazer, o deixar ficar pra ver como é que fica. Ocorreu um lapso de digitação no verbo "HESITAR", que é grafado com "h". Parabéns, novamente! Beijos e abraços do tio Zico.

Paulo Moncks disse...

Palavra devidamente corrigida!
Muito obrigado pelo comentário e contribuição!