quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Pessoas certas nos lugares certos!

Como primeira postagem deixo-lhes pensando acerca de um assunto muito interessante, liderança e contratação. O que o mercado espera de nós colaboradores ou candidatos a uma vaga?
Este é um trecho do artigo "O que é mais importante? Planejar ou Executar?" de autoria de Alexandre Freire.

"Para fazer acontecer, precisamos de pessoas certas nos lugares certos. O erro principal é cometido quando nos cercamos de pessoas chamadas “gente boa”, aquelas que sempre concordam conosco, pensam exatamente como nós e seguem nosso modelo de agir corretamente.
As pessoas certas são aquelas que desafiam, de maneira positiva, os processos, o modus operandi e são melhores que nós mesmos em determinadas áreas. Os lugares certos serão determinados pela sua capacidade de identificar as competências e atitudes de cada pessoa em relação às necessidades de cada estratégia a ser executada.
Achar a personalidade de um candidato em sintonia com a cultura da empresa é a chave para satisfazer clientes, aumentar a produtividade e diminuir a rotatividade.
Esta regra funciona na hora da escolha da equipe do projeto. Conhecimento técnico se adquire com o tempo, mas a atitude vem de berço.
Fernando Tigre, ex-presidente da Kaiser, disse uma vez: "Certas vezes, somos chamados a escolher entre nossos valores e poder, dinheiro e outras tentações. Meu conselho: sempre opte pelos valores. Ao longo da vida e da carreira, você é reconhecido por eles. Sirva de exemplo para os seus funcionários".
Sugiro um novo paradigma para contratação de funcionários ou para formação de equipes de projetos: a busca pela atitude!
Enquanto muitas empresas ainda buscam um currículo vistoso, um número crescente de organizações tem priorizado a atitude do candidato.
Imagine-se em uma fila de check in de uma empresa aérea... Responda o que realmente conta neste momento:
1) Se a atendente é formada em Harvard?
ou
2) Se ela é simpática, atenciosa, eficiente e só falta lhe carregar até a sua poltrona dentro do avião?
Hal Rosenbluth, presidente da agência de viagens Rosenbluth International, disse uma vez: “Não estamos em busca de habilidades técnicas, mas de pessoas simpáticas. Podemos treiná-las para fazer algo técnico, mas não podemos torná-las agradáveis”
."

2 comentários:

Anônimo disse...

..Mto interessante a postagem. Sempre achei que o conhecimento técnico seria "o mais avaliado",
minha pergunta é, será que todos os empregadores(Empresas) pensam como o Sr. "Hal Rosenbluth" ?

Paulo Moncks disse...

Obrigado pelo comentário Valdemar! Certamente que não são todos os empregadores que pensam assim, mas sem dúvida é algo há algum tempo vem ocorrendo. Hoje é muito mais relevante para quem está recrutando se o candidato tem perfil para trabalho em equipe (fatores comportamentais) do que propriamente o conhecimento técnico para o cargo pretendido, pois acredita-se que "o que não se sabe, pode-se aprender". Digamos que o ideal é encontrar as duas coisas no candidato, mas isso é bem difícil. Veja que essa tendência vem ajudando também a colocar pessoas sem experiência no mercado de trabalho (estagiários), o que é muito bom. Novas oportunidades surgindo!!!